Medicamentos potencialmente inadequados para idosos

Medicamentos potencialmente inadequados para idosos

Especialistas em geriatria sabem que determinados medicamentos podem trazer riscos para os adultos mais velhos, riscos que superam os benefícios desses medicamentos, especialmente quando alternativas mais seguras estão disponíveis.

Os medicamentos que podem ser potencialmente inapropriados para pessoas na terceira idade estão incluídos em listas especiais de recomendação publicadas em alguns países.

Nos EUA, a Sociedade Americana de Geriatria publica uma lista conhecida como STOPP-START. No Brasil, o ISMP (Instituto para Práticas Seguras no uso de Medicamentos) publica uma lista de medicamentos potencialmente inadequados para idosos.

Fonte: Medicamentos potencialmente inadequados para idosos

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Pitavastatina, a mais nova medicação e potente aliada no combate ao colesterol – A Crítica de Campo Grande

O nível elevado de gordura no sangue provoca índices de colesterol (LDL) acima do recomendável, o ideal é abaixo de 50mg/dL, o que pode desencadear várias e sérias doenças, como risco maior de 50% para infarto e 25% para derrame. Além disso, 40% dos brasileiros têm colesterol elevado, de acordo com o Ministério da Saúde.

O colesterol é uma gordura que contribui para o funcionamento do corpo. Entretanto, há dois tipos de colesterol no organismo que devem ser monitorados: o LDL e HDL. O LDL, conhecido como colesterol ruim, causa o acúmulo de placas de gordura nos vasos sanguíneos, que pode levar aos eventos cardiovasculares e mesmo mortalidade cardiovascular. Por outro lado, o HDL, conhecido como colesterol bom, tem a função de retirar o colesterol ruim da corrente sanguínea e levá-lo para o fígado, onde é metabolizado e eliminado do organismo.

Fonte: Pitavastatina, a mais nova medicação e potente aliada no combate ao colesterol – A Crítica de Campo Grande

Adesivo com micro-agulhas derrete (literalmente) a gordura corporal – ZAP

Investigadores da Universidade de Columbia e da Universidade da Carolina do Norte, ambas nos EUA, criaram um adesivo que literalmente derrete o excesso de gordura corporal no local em que é aplicado.

O adesivo contém uma série de micro-agulhas que perfuram a pele de forma indolorpara fornecer nanopartículas de medicamentos ao corpo. Embora ainda não tenha sido testado em seres humanos, os testes com cobaias mostram que o adesivo é capaz de reduzir a gordura em até 20% nas áreas tratadas.

Para entender como o adesivo funciona, é preciso entender primeiro como os nossos corpos armazenam a gordura.

Fonte: Adesivo com micro-agulhas derrete (literalmente) a gordura corporal – ZAP

Pílula anticoncepcional: da revolução sexual à revisão de seu uso – Nexo Jornal

Inventado nos anos 1960, medicamento revolucionou a contracepção e o comportamento. Mas tem sido questionado por mulheres que buscam menos hormônios e mais partilha de responsabilidade com os homens

A pílula anticoncepcional chegou ao mercado nos anos 1960 e revolucionou a saúde e o comportamento. Muito mais eficiente para evitar a gravidez, impactou a autonomia das mulheres sobre o próprio corpo e possibilitou a tomada de decisão, por parte delas e das famílias, a respeito de querer ter filhos, além de quando e quantos. Desencadeou, assim, uma mudança comportamental importante na relação das mulheres com o sexo, sobretudo do sexo fora do casamento, e é, por isso, frequentemente indicada como estopim da Revolução Sexual. O medicamento se tornou, desde então, um dos métodos contraceptivos mais utilizados por mulheres do mundo inteiro. É, ao mesmo tempo, questionado desde a década de 1970 pelos efeitos colaterais da carga hormonal aplicada exclusivamente às mulheres e pela falta de transparência de médicos e da indústria farmacêutica com relação a esses efeitos.

Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/explicado/2017/09/15/P%C3%ADlula-anticoncepcional-da-revolu%C3%A7%C3%A3o-sexual-%C3%A0-revis%C3%A3o-de-seu-uso

© 2017 | Todos os direitos deste material são reservados ao NEXO JORNAL LTDA., conforme a Lei nº 9.610/98. A sua publicação, redistribuição, transmissão e reescrita sem autorização prévia é proibida.

Fonte: Pílula anticoncepcional: da revolução sexual à revisão de seu uso – Nexo Jornal

Fabricação de Buscopan Gotas será encerrado no Brasil, diz farmacêutica

O remédio Buscopan Composto Gotas (butilbrometo de escopolamina e dipirona sódica monoidratada) terá sua fabricação descontinuada no Brasil. O medicamento, com ação analgésica, é indicado para o tratamento dos sintomas de cólicas menstruais, intestinais, estomacais, urinárias, entre outros.

O remédio é fabricado pela Boehringer Ingelheim do Brasil, que comunicou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em maio, sobre o fim – temporário, afirma a empresa – da fabricação do medicamento. O produto começou a ser retirado de circulação no dia 13 de junho.

O motivo da retirada foi “resultado fora de especificação identificado durante estudos de estabilidade, que fazem parte do monitoramento dos produtos farmacêuticos no mercado”. A medicação é vendida em outros países da América Latina, o e a venda foi descontinuada na Venezuela, Chile, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Fonte: Fabricação de Buscopan Gotas será encerrado no Brasil, diz farmacêutica

Nova lei legaliza ‘fabriqueta’ de quintal de emagrecedores, diz presidente da Anvisa | Bem Estar | G1

A liberação pelo Congresso Nacional da venda de emagrecedores proibidos em 2011 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) leva a uma situação de “completa insegurança para a população”, uma vez que as substâncias, por não terem registro no órgão regulador, não serão fiscalizadas por ele.

A conclusão é de Jarbas Barbosa, diretor-presidente da Anvisa. Em entrevista à BBC Brasil, ele diz lamentar a decisão dos parlamentares de legislar sobre um tema que é de atribuição da agência e trazer de volta medicamentos que não são seguros à população. “Qualquer pessoa vai poder abrir “fabriqueta” no seu quintal e vender remédios com essas substâncias, e as pessoas não irão saber o que há no comprimido”, alerta.

Fonte: Nova lei legaliza ‘fabriqueta’ de quintal de emagrecedores, diz presidente da Anvisa | Bem Estar | G1