O medicamento à base de domperidona pode ter causado a morte de 231 pessoas em França

O medicamento à base de domperidona pode ter causado a morte de 231 pessoas em França em 2012, revela estudo científico. O fármaco aumenta o risco de paragem cardíaca e está à venda em Portugal.

medO Motilium, um medicamento para as náuseas e vômitos produzido pelos laboratórios Janssen-Cilag, pode ser o responsável pela morte de mais de 200 pessoas em França. Este é o resultado de um estudo publicado na revista acadêmica Pharmacoepidemiology and Drug Safety que concluiu que a domperidona, fármaco à base do qual o medicamento é produzido, aumenta a probabilidade de paragem cardíaca fatal, escreve o jornal francês Les Echos. A substância é sobretudo usada no tratamento de vômitos e náuseas, mas pode também ser utilizada para tratar inchaços, azia, ou mesmo para estimular a lactação.

De acordo com o estudo, “o uso de domperidona aumenta 2,8 vezes o risco de morte súbita por paragem cardíaca tendo causado a morte de 231 em França, em 2012, na população com idade superior a 18 anos”, explica a epidemiologista Catherine Hill que coordenou a investigação.

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Em 5 anos 15 mortes POR efeitos colaterais de Medicamentos Vendidos em Farmácia

TÓQUIO (IPC Digital) – A Agência do Consumidor informou na quarta-feira (8) Que em 5 anos, Período Que vai ATÉ outubro do ano Passado, 5 PESSOAS morreram em consequencia de efeitos colaterais de Medicamentos Vendidos em Farmácia. Essas 5 PESSOAS faziam Parte do grupo that apresentou efeitos colaterais – 1.225 PESSOAS, Como Problemas na pele, febre e Insuficiência hepática.

Dentre como PESSOAS Que morreram, como MAIORES incidências were POR Remédios gripe para, Analgésicos e antipiréticos.

Embora OS efeitos colaterais dos Medicamentos available nenhuma Mercado tenham Sido publicados Pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar 3 anos Atrás, a Agência do Consumidor anunciou sos Números Pará Chamar à Atenção da População Para Que se informe Sobre o ASSUNTO Antes de consumir QUALQUÉR Remédio Farmácia comprado em.

fonte: Ipcdigital

Milhões de medicamentos gratuitos perdem a validade em Minas

Cerca de 100 tipos de remédios comprados pela gestão anterior deveriam ter sido enviados aos hospitais até 2014, mas não saíram das prateleiras e não podem mais ser consumidos.

Cerca de seis milhões de 20150409072414466535i (1)comprimidos, cápsulas e unidades farmacêuticas de 100 tipos diferentes de medicamentos comprados pelo governo anterior terão de ser incinerados. Segundo a Secretaria de Saúde, esses medicamentos deveriam ter sido entregues para as prefeituras até setembro do ano passado, mas perderam a validade e não podem mais ser consumidos pelos pacientes do estado. Alguns datam de março do ano passado. Entre eles estão medicamentos como Sinvastativa, usado para combater pressão alta, Dipirona, muito utilizado para febre e dor, Mebendazol, para verminoses, e Glicazida, para pacientes com diabetes. Eles estão estocados em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte, em um galpão da Saúdelog, consórcio privado de distribuição de remédios e produtos da área médica, que ganhou, em 2012, a licitação para estocagem e distribuição de medicamentos para todo o estado. Avaliados em cerca de   R$ 13 milhões, os medicamentos ocupam seis prateleiras, que vão do chão até o teto, em um corredor do tamanho aproximado de um quarteirão.

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